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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Acessibilidade em conferências e reuniões para pessoas com deficiência


Está disponível no site do I.N.R. o guia para acessibilidade em conferências e reuniões para pessoas com deficiência



Foto: ''pontos de vista''

''Neste guia, a organização Sueca descreve, segundo uma perspectiva alargada, como as reuniões e conferências podem ser realizadas não descurando o factor acessibilidade – áreas diferenciadas como o meio físico, a informação, a comunicação, alimentação e bebidas, etc., devem ser tratadas antes, durante e depois da conferência se realizar, tendo em consideração conjuntamente as diferentes formas de que se reveste a deficiência, tanto a visível como a invisível. Esperamos que este guia sensibilize os organizadores de eventos sobre o que significa a acessibilidade para as pessoas com incapacidades e porque é que é importante que  as reuniões e as conferências sejam acessíveis.''


''Uma reunião deve ser totalmente acessível, tendo em consideração toda e qualquer necessidade das pessoas com deficiência  logo no início do planeamento que antecede a realização do evento. É importante lembrar que existem tanto deficiências visíveis como invisíveis para se evitar que seja ignorada alguma necessidade porque não “detectada”. A acessibilidade de uma boa conferência  deverá ser tal que as pessoas com deficiência possam participar da mesma forma que os demais intervenientes.
Primeiro, é necessário encontrar um local que seja acessível tanto no exterior como no interior.
Em seguida, a informação sobre a conferência, os convites e todo o material enviado e veiculado durante a ocorrência da mesma deve ser acessível a todos. A comunicação deve ser feita e todos e cada um devem ter acesso à alimentação de que necessitam.''


Descarregar aqui
Fonte: I.N.R.

sábado, 12 de maio de 2018

Marcha pela Vida Independente.

Marcha pela Vida Independente, 5 de maio de 2018 
(foto- agência Lusa)

Para comemorar o Dia Europeu para a Vida Independente, o Centro de Vida Independente (CVI) realizou, no passado dia 5, a primeira marcha para a Vida Independente na Avenida da Liberdade, em Lisboa e na Avenida 5 de Outubro, em Vila Real.

(foto- agência Lusa)

Apesar de estarem anunciados os primeiros projectos piloto a nível nacional, continuam a existir algumas falhas no Decreto-Lei nº 129/2017 e mais recentemente, com o anunciado orçamento para esse projecto piloto, foi verificado que não é possível executar o projecto na forma anunciada.

Após esse anúncio, foi feita uma vigília, durante 77 horas, para mostrar indignação sobre os números anunciados.

Terceira noite de vigília (foto-CVI)

''Orçamento de 1,4 milhões de euros é "claramente insuficiente para as necessidades expostas pelas associações", diz responsável do Centro de Vida Independente.'' Diana Santos em declarações à Agência Lusa

Links relacionados

''Marcha e vigília para pedir mais apoios para os Centros de Apoio à Vida Independente'' in Público


''Eles marcharam de cadeiras rodas. Querem ser felizes e ter uma vida independente'' in Expresso

domingo, 8 de abril de 2018

Petição reivindica direitos básicos das pessoas com deficiência



Petição tem perto de 4000 assinaturas, as necessárias para 
ser apreciada em plenário no parlamento


''Uma petição que solicita a garantia dos direitos fundamentais das pessoas com deficiência – e que está perto de reunir as 4000 assinaturas necessárias para ser apreciada em Plenário da Assembleia da República – denuncia que a lei portuguesa não respeita a Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência, que Portugal ratificou em 2009.

Teresa Lopes da Silva, uma engenheira que decidiu criar a petição por simpatizar com a causa, explica ao i que “passaram nove anos da ratificação da Convenção dos Direitos das Pessoas com Deficiência e ninguém fez nada. Portugal comprometeu-se a implementar regras como essas pessoas poderem casar, perfilhar, adotar, como também poderem fazer as suas escolhas de vida – como querem ser tratadas, por quem querem ser acompanhadas”.

Uma luz ao fundo do túnel?
Em março, a proposta de lei 110/XIII do governo abriu a porta para uma eventual mudança de paradigma, ao estabelecer “o regime do maior acompanhado, em substituição dos institutos da interdição e da inabilitação”.
Depois de ter sido aprovada na generalidade, a proposta baixou à especialidade. Ainda assim, Teresa Lopes da Silva recorda que em 2015 o CDS-PP já tinha apresentado um projeto de lei de alteração da legislação do regime de incapacidades, que acabou por ser chumbado. “Daí que não haja qualquer garantia de que esta proposta de lei venha a ser aprovada... e por isso é que é temos de continuar a divulgar a petição”, conclui.''
Fonte: SOL